Yôga 10 Vegetarianismo

31/08/2009

Vegetarianismo aqui no Brasil?

Filed under: Dicas — CampanhaYôga10 @ 7:24 PM

O Brasil está entre os países que mais produzem e consomem carne no mundo. Temos o maior rebanho bovino comercial e somos o maior exportador de carne em toneladas. Segundo dados do Serviço de Informação da Carne (SIC), o país registra um consumo per capita de 40 quilos de carne bovina por ano, contra 30 quilos de carne de frango e 12 quilos de carne suína.

Muuuuu!

Muuuuu!

Ao mesmo tempo, cerca de 28% dos brasileiros têm procurado diminuir o seu consumo de carne, segundo um estudo da empresa de pesquisas Ipsos. Os motivos envolvem não só a saúde, mas também a preocupação com o meio ambiente. O boicote de grandes redes de supermercados à carne bovina proveniente de fazendas ilegais na Amazônia, por exemplo, chamou a atenção das pessoas para o desmatamento da floresta e a crueldade praticada com os animais durante o abate.

Já Gustavo, analista de projetos ambientais da Fundação O Boti cário, diz que foi o trabalho que o convenceu a mudar de atitude. “Tenho acesso a muitas informações a respeito do prejuízo causado por alguns cultivos, inclusive a pecuária. Os números são assombrosos. Por isso, adotei a redução do consumo de carne como estratégia para conscientizar outras pessoas sobre o assunto”, conta. O designer Érico Almeida, 26 anos, e o engenheiro florestal Gustavo Gatti, 35 anos, fazem parte do time que mudou seus hábitos em nome do planeta.

Cadáveres

Cadáveres

Maurício Dziedzic, professor do Mestrado de Gestão Ambiental da Universidade Positivo, explica que é possível transformar a pecuária em uma atividade mais sustentável e menos nociva à atmosfera. “Muitos produtores já optaram por alterar a dieta do gado para diminuir a emissão de gases de efeito estufa. O esterco dos animais também tem sido usado para gerar energia”, enumera.

O especialista lembra que, se a ideia é contribuir para a preservação do meio ambiente, diminuir o consumo de carne não deve ser uma ação isolada. É preciso mudar o estilo de vida: usar meios de transporte menos poluentes, reciclar o lixo e evitar o desperdício devem igualmente fazer parte da ro tina. “Também não adianta na da não comer carne num dia e comer o dobro no outro”, alerta.

Fonte: http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/vidaecidadania/

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19/08/2009

Senta que lá vem história para refletir

Filed under: Curiosidades — CampanhaYôga10 @ 8:33 PM

“Os homens que comem carne e tomam beberagens fortes têm todos um sangue azedo e adusto, que os torna loucos de mil maneiras diferentes. Sua principal demência se manifesta na fúria de derramar o sangue de seus irmãos e devastar terras férteis, para reinarem sobre cemitérios”.

A Princesa da Babilônia, Capitulo III – Voltaire

A Dieta do Sadhu

Sadhu

Sadhu

Há muito, muito tempo atrás, havia um Sadhu que morava nas profundezas da floresta, vivendo de raízes e frutinhas, com a mente fixa na meditação. Os pássaros e outros animais da floresta eram seus amigos, e qualquer um que passasse uma hora em sua presença experimentava uma sensação de profunda paz.

Com o passar do tempo, as notícias se espalharam a respeito deste Sadhu que transmitia paz e, mesmo o Rei daquele país, lá longe em seu palácio, veio para visitá-lo e ouví-lo. Chegou à floresta com presentes e saudações respeitosas, e também foi abençoado pela experiência de uma serenidade inexpressável. A paz é o que os reis mais sentem falta e desejam.

O Rei veio outra vez e mais outra vez visitar o Sadhu. E, na terceira visita, pediu ao ermitão para vir morar com ele no palácio real. A princípio o Sadhu recusou. Mas depois de insistentes súplicas, concordou com o Rei e acompanhou-o à cidade, onde foi recebido com grande respeito por todos. Foi-lhe dado um quarto perto do rei, e o próprio Rei e a Rainha cuidavam dele, para se assegurarem de que todos os seus desejos fossem satisfeitos.

Depois de ter vivido assim no palácio por vários meses, aconteceu que, um dia, quando a Rainha foi se banhar, tirando de seu pescoço um de seus magníficos colares de diamantes, colocou-o de lado, esquecendo-se dele quando deixou a casa de banho.

A pessoa que entrou a seguir foi o Sadhu. Ele viu o maravilhoso colar jogado lá, colocou-o dentro do casaco e deixou o palácio sem falar com ninguém.

Passado algum tempo a Rainha sentiu falta do colar e lembrou-se de onde o tinha deixado. Mandou uma criada procurá-lo, mas nada foi encontrado. Investigações logo revelaram que a única pessoa que havia estado na casa de banho depois da Rainha tinha sido o Sadhu – e que ele não estava mais no palácio. A Rainha ficou muito perturbada e insistiu para que o rei mandasse seus soldados pegarem o ladrão. Porém o Rei disse:

- Querida senhora, ainda me lembro da maravilhosa experiência de paz que tive na presença do nosso querido Sadhuji. Estou convencido de que é um homem genuinamente santo. Se ele tirou o colar, deve ter tido boas razões para isso. Sem dúvida, era um belo colar, e muito valioso, mas você tem outros. Acalme-se e vamos ver o que vai acontecer.

Uns poucos dias mais tarde, o Sadhu retornou, pediu uma audiência ao rei e devolveu o colar, com muitas desculpas abjetas. O rei ficou atônito;

- Querido Sadhu, – perguntou, – sabendo que lhe daríamos alegremente tudo aquilo que desejasse, por que se apossou do colar? E depois de roubá-lo, por que vem devolvê-lo de modo tão servil? Por favor, faça-me entender o ensinamento que quer nos transmitir por essas estranhas ações.

- Oh, Rei, – replicou o Sadhu, – o senhor tem sido muito bom para mim. As explicações são muito simples. Durante vários meses vivi aqui em seu palácio, alimentando-me com sua comida. Desse modo, as impurezas do mundo entraram em mim e caí na inconsciência da ambição e da ingratidão. Após deixar o palácio, fui para floresta e a primeira coisa que comi foi uma certa fruta que tem propriedades purgativas. No passado, ela não costumava me afetar, mas dessa vez meu corpo todo passou por uma dolorosa purificação. Quando voltei a mim, avaliei o que tinha feito e resolvi voltar ao palácio tão rápido quanto minha condição enfraquecida permitia. Isso é tudo. O senhor mostrou-se generosa em seus pensamentos e em suas ações. Na sua generosidade, permita-me agora retornar ao meu próprio lugar e à minha dieta.

Fábulas e lendas da Índia/ tradução Thalysia de Matos Peixoto Kleinert, Shakti Editora.

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13/08/2009

“Sou vegetariano há mais de 49 anos e estou muito bem, obrigado” – Mestre DeRose

Filed under: 1 — CampanhaYôga10 @ 8:23 PM

Quando tinha dezesseis anos de idade li em um dos muitos livros que eu debulhava incessantemente, que uma pessoa civilizada, educada e sensível não deveria comer as carnes de animais mortos. Que uma pessoa inteligente deve procurar ter uma alimentação mais seletiva. Que evitando as carnes de todos os tipos e cores, nosso corpo fica mais saudável e purificado, proporcionando condições para uma evolução interior muito mais rápida e efetiva. Não titubeei. Lembrei-me da força do Wladimir e decidi parar de comer carnes.

No entanto, era o mês de junho de 1960. Estava ocorrendo na minha rua uma festa junina que reunia a garotada de todas as casas e um dos prazeres dessas festas eram as comidinhas. E tudo grátis! Havia uma barraquinha de mini hot-dogs. Como despedida tracei quinze! Passados cinquenta anos, não me lembro se havia sido só o pão com o molho ou se foi com salsicha e tudo. O fato é que essa teria sido a última vez. Dali para frente, tornara-me formalmente um yôgin sincero e verdadeiro, logo, sem devorar carnes mortas.

Minha mãe entrou em pânico:

– Você vai ficar fraco. Vai ficar doente!

Mas eu não arredava pé da decisão. Então mamãe chamou o médico da família para uma consulta domiciliar, como era costume naquela época. O Doutor Rocha Freire olhou a minha língua, penetrou meus olhos com um feixe de luz, auscultou meus batimentos cardíacos, mediu-me a pressão e pontificou:

– Se não voltar a comer carne, você morrerá em três meses.

Por essa época, eu já utilizava o conceito que veio a se tornar o axioma número um do SwáSthya: “Não acredite”. E eu não acreditei. Pouco tempo depois, eu fui ao enterro do médico e continuo muito vivo até hoje, meio século depois.

Minha mãe sempre lamentava:

– Eu queria fazer uma comidinha gostosa para você, mas você não come nada…

YôginE, por mais que eu explicasse que comia sim, de tudo, consumia agora muito mais variedades do que antes e apreciava uma profusão de pratos de forno e fogão, não adiantava. No conceito da mamãe (e de tantas outras pessoas!), eu “não comia nada”. E, mesmo ela não podendo mais contar com a cumplicidade do médico que morrera, o estribilho prosseguia buzinando nos meus ouvidos:

– Você vai ficar fraco. Você vai ficar doente.

Sob todo esse esforço de me sugestionar negativamente, foi mesmo uma proeza eu não haver sido influenciado e não ter ficado de fato enfermo.

Com o tempo, ela foi se acostumando, pois cada vez eu me tornava mais alto e mais forte, ultrapassando em muito os meus pais, tios e irmão mais velho que a essa altura estava na Academia Militar.

Mas não nos esqueçamos, nesse período, eu era aborrecente, com dezesseis, dezessete, dezoito anos de idade. Quando alguém questionava minha alimentação, eu respondia do alto da minha empáfia: “Não sou necrófago, não como cadáveres.” Ou então: “Não sou papa-defunto.” Ou, melhor ainda: “Não como comida de cachorro.” (Eu não imaginava que mais tarde viria a ter uma weimaraner vegetariana!) Obviamente, não recomendo a ninguém dar essas respostas mal-educadas.

Descobri, com o tempo, que as pessoas só implicam porque nós damos satisfação. Quem não gosta de comer jiló por acaso anda apregoando isso? Se alguém puser essa amaríssima solanácea no seu prato, quem não a aprecia simplesmente deixa-a de lado sem fazer alarde. Se puxarem assunto perguntando se a pessoa em questão não come jiló, ela, com naturalidade, responderá laconicamente e prosseguirá a conversa com outro tema.

O problema maior são os entes queridos que, estando mais próximos, invadem mais a nossa privacidade e não tocam no assunto uma só vez, en passant. Os íntimos voltam à carga outra e outra vez até entupir as medidas e acabam tirando do sério o desafortunado vegetariano. Nesse caso, observe o exemplo dos meninos de escola que experimentam ir chamando os colegas de qualquer coisa. Se algum dos apodos incomodar, esse é o apelido que vai pegar. Da mesma forma, se os familiares perceberem que você dá muita importância à opinião deles e que se irrita com a interferência sistemática na sua liberdade de opção, isso se transformará numa neurose obsessiva. Aproveitarão todas as oportunidades para lhe aplicar uma alfinetada. Contudo, se você não ligar a mínima e algumas vezes entrar na brincadeira, gracejando junto, todos vão considerá-lo uma pessoa equilibrada e bem resolvida. Depois, pararão de tocar no assunto, pois ele fica velho e acaba perdendo a graça.

Para mim, o fato de não ingerir carnes nunca trouxe dificuldade alguma de relacionamento. Estudei em colégio interno, pratiquei esportes, servi o exército na tropa, sempre fazendo muitos amigos. Incursionei por esse Brasil imenso dando cursos no interior de vários estados, depois viajei por outros países e jamais tive qualquer problema para me alimentar nem para cultivar as atividades sociais. Em alguns lugares o problema para comer era a diferença de paladar, mas não o fato de eu ser vegetariano.

Mestre DeRose

www.uni-yoga.org/blogdoderose

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11/08/2009

Chai – os segredos de como um bom chai indiano deve ser

Filed under: Curiosidades — CampanhaYôga10 @ 9:57 PM

Chai é o nome do chá indiano, feito com um pouco de leite, açúcar e podendo conter gengibre, cardamomo e outras especiarias. Da palavra chai, provém o português chá. A partir de 1975, comecei a introduzir o chai no Ocidente. Adotamos o chai como bebida oficial nas nossas escolas. No início, teve pouca repercussão. Depois, à medida que eu viajava mais e por vários países, a influência se fez sentir. E cresceu mais quando nossa rede de escolas e associações filiadas tornou-se numericamente relevante e influente na vida de tantas pessoas. Daí, a partir de um dado momento, começamos a encontrar o nosso chai em casas de chá e até mesmo restaurantes. Em muitos deles, constava como chá yôgi, numa clara referência à nossa escola, pois na Índia esse chá não é tomado apenas em entidades de Yôga, mas em toda parte. Mesmo se você entra em uma loja de comércio, oferecem-lhe logo um chai. É uma demonstração de cordialidade. Aceitá-lo, uma demonstração de boa educação. Pois, bem, a história que quero contar tem a ver com isso.

Ingredientes para o Chai

Ingredientes para o Chai

Como um simples chai endossa nossas intenções de autenticidade

Na escola do Fernando Prado, em Buenos Aires, um senhor indiano levava a esposa para praticar SwáSthya e ficava esperando por ela na recepção da escola. Não conversava, não sorria. Quando o diretor da escola procurava ser cordial, o maridão respondia com monossílabos. Algum tempo depois, Fernando se lembrou de lhe oferecer um chai. O senhor indiano ergueu as sobrancelhas e redarguiu: “Vocês tem chai? Quero ver.” Fernando serviu-lhe um chai. O senhor indiano provou. Sorriu. Começou a conversar. Tempos mais tarde, Fernando lhe perguntou por que depois do chai ele ficou tão simpático e antes não queria nem conversa. Então, a glória: “Eu achava que vocês eram como os outros ocidentais que dizem ensinar Yôga e transmitem uma deturpação ofensiva às nossas tradições. Mas quando provei a bebida tradicional indiana, percebi que se até no chai vocês fazem questão de autenticidade, o Yôga que ensinam também deve ser autêntico.”

Chazinhos naturébas, não!

Por isso, fico muito triste quando visito alguma escola que diz seguir o nosso método, mas serve chazinhos naturébas, que são um modismo ocidental contemporâneo. Nada contra as infusões medicinais, para ser tomadas quando necessário. Mas oferecer essas bebidas sem graça dentro de uma escola de Yôga é subordinar-se a um paradigma equivocado, associando erroneamente Yôga com terapia. Yôga é filosofia. Todos os dicionários e enciclopédias o definem como tal. Sua meta, segundo Pátañjali, é o samádhi, o estado de consciência expandida que proporciona o autoconhecimento. Se, por efeito colateral, aumenta a vitalidade e todas aquelas consequências positivas, devemos interpretar isso como acidentes de percurso, positivos, por certo, mas jamais como objetivo. Uma abordagem mais séria não deve acenar com benefícios. É como se o instrutor quisesse convencer alguém de alguma coisa, ou como se quisesse vender algo a alguém. Mais nobre é praticar o Yôga pelo Yôga e não visando a benefícios pessoais. Este posicionamento está muito claramente exposto em nossos livros, sempre que, pela exigência do capítulo, somos obrigados a mencionar os tão decantados “benefícios do Yôga”. Não negamos que eles existam, mas preferimos não fazer apelação. Ao não oferecer benefícios terapêuticos e não aplicar misticismo, fica evidenciada a seriedade do nosso trabalho.

texto do Mestre DeRose

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05/08/2009

Paul McCartney faz campanha por ‘segunda-feira sem carne’

Filed under: Curiosidades — CampanhaYôga10 @ 4:06 PM

Paul McCartney no "segunda-feira sem carne"

Paul McCartney no "segunda-feira sem carne"

O consumo excessivo de alimentos de origem animal está relacionado ao maior risco de condições como câncer, osteoporose e obesidade. A tendência mundial é, portanto reduzir o consumo dos mesmos. Na Inglaterra, o ex Beatle Paul McCartney, vegetariano, reuniu 40 celebridades em um hotel no centro de Londres para o lançamento da campanha segunda-feira sem carne na Europa.

Paul McCartney é famoso por seu vegetarianismo. O ex-beatle Paul McCartney está liderando umacampanha para convencer a população a não comer carne uma vez porsemana, com o objetivo de ajudar no combate ao aquecimento global.
Músicos, atores, cozinheiros famosos e celebridades - assim como as duas filhas de McCartney, Stella e Mary – tambémparticipam do movimento, batizado de Meat Free Monday (“Segunda-FeiraSem Carne”, em tradução literal).

“Temos de nos preocupar com a mudança climáticaporque, caso contrário, vamos deixar nossos filhos e os filhos deles em uma situação muito complicada”, disse Paul McCartney ao jornal

www.meatlessmonday.com

www.meatlessmonday.com

O site da campanha Meat Free Monday cita dados da entidade de pesquisas climáticas Climate Research Network, segundo osquais a produção de alimentos seria responsável por entre 20% e 30% das emissões dos gases que provocam o aquecimento do planeta. A criação de animais seria responsável por metade dessas emissões. Segundo estatísticas incluídas no site, entre 1961 e 2007, o consumo de carne no mundo quadruplicou e o consumo de frango aumentou dez vezes.

Para demonstrar seu apoio, chefs de conhecidos restaurantes da capital britânica passarão a oferecer cardápios vegetarianos opcionais às segundas-feiras. E autores de livros de culinária criaram receitas vegetarianas especias para o site da campanha. Vamos aderir?

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03/08/2009

Quer dizer que para praticar não sou obrigado a ser vegetariano?

Filed under: Dicas — CampanhaYôga10 @ 6:47 PM


A filosofia que preconizamos não obriga a coisa alguma. No entanto, todos os esportes e até profissões têm um tipo de alimentação especialmente recomendada. Imagine se um executivo poderia ter a mesma alimentação de um estivador ou vice-versa. Ambos renderiam menos e teriam sua expectativa de vida abreviada.
Inclusive no esporte, cada modalidade tem uma alimentação específica. Por exemplo, a dieta do corredor é diferente da do fisiculturista. Mas a coisa ainda não é tão simples.
Entre os corredores, a alimentação do de 100 metros rasos é uma e a do maratonista, outra. O primeiro precisa de explosão, tem que ter em seus músculos elementos nutricionais capazes de se transformar em grande quantidade de energia em poucos segundos. O outro precisa que suas reservas não se queimem nem em segundos nem em minutos. É necessário um regime de lenta combustão para que o maratonista perfaça os quilômetros a que se propôs e tenha energia até o final.
No que concerne aos que se exercitam com pesos, também verifica-se a necessidade de uma alimentação específica para quem se dedica à hipertrofia muscular e outra bem distinta para os que trabalham para definir a musculatura.

Livro do Mestre DeRose, Alimentação Vegetariana: chega de abobrinha!

Livro do Mestre DeRose, Alimentação Vegetariana: chega de abobrinha!

E assim sucessivamente, com detalhes e minúcias assombrosas. Alguns desportistas não estão levando muito a sério essas filigranas nutricionais. Como conseqüência, temos acompanhado o baixo rendimento dos Latino-americanos nas Olimpíadas, perante outras nações que dão mais atenção à dieta do desportista.
Muita gente diz que quer adotar a Nossa Cultura, desde que ela não interfira nos seus hábitos. Acontece que tudo o que você for fazer seriamente, interfere. Se você pretende aprender um instrumento musical, pintura ou esporte, qualquer uma dessas coisas vai alterar os seus hábitos. Modificará até pequenos detalhes como a sua maneira de falar, vestir-se, pentear-se ou cortar as unhas!
O sistema que aplicamos não proíbe nada e não obriga a coisa alguma. Você pode comer de tudo. Mas se quiser aproveitar a totalidade do que o método tem para lhe oferecer, recomenda-se uma alimentação específica, mais biológica, que proporcione determinados nutrientes necessários em função quantidade de energia, do teor de consumo de oxigênio e de gorduras, da quantidade/qualidade de proteínas, vitaminas e sais minerais, do coeficiente de resíduos deixados no organismo etc.
Nossa alimentação específica será mencionada na questão correspondente. Nesta, só foi perguntado se o Yôga obriga o praticante a tornar-se vegetariano. A resposta é: não obriga.

Fonte: www.uni-yoga.org

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Tema: Banana Smoothie. Blog no WordPress.com.

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